Observando a televisão e as celebridades brasileiras é interessante notar que as pessoas gostam de coisas bregas e sem sentido. Cantam refrões que nada querem dizer e se sentem comovidas com histórias de vida de seres que ascenderam de uma hora para outra, sem esforço nenhum.O que dizer das propagandas esteriopadas então?
Esta sensação de falta de definição para o que você está vendo e ouvindo, acrescida a uma reação de desaprovação pode ser chamada de "vergonha alheia".
Juliette escreve hoje uma pequena lista de "vergonha alheia" às pessoas e artigos midiáticos:
1) Sandy - "O que é imortal não morre no final!"- Refrão da música Imortal.
Jura? Me admira uma bacharel em letras cometendo tamanha redundância...
2) Amado Batista - "O meu endereço tá na internet, clique para Amado arroba.com" - Música Amado@.com- dispensa comentários!
3) Menina da propaganda do ProUni - "Medicina pra mim é como um sacerdócio(...)A gente tem que aproveitar as oportunidades. Se joga!"
Muita emoção, muita choradera, muita exibição. A comoção se tornou banal. Não sei se ela é atriz ou a história é verdadeira...
4) Mirla(Big Brother 9) - "Quem faz jóias é o ourífero".
Eu sempre achei que fosse o ourives...
5) Carla Perez e Lázaro Ramos no filme "Cinderela Baiana" - Sim, a Cinderela é Carla Perez.
6) Ana Maria Braga - "Vocês tem que viver enquanto estão vivos" - em sua mensagem matinal aos espectadores do Mais Você...
As pérolas são incontáveis. E a "vergonha ao próximo" só aumenta.








